Apesar de não estar sendo tão divulgado como deveria, não é só a Blizzard que vem está sofrendo processo por práticas discriminatórias na sua política de trabalho. Agora é a vez da gigante Sony sofrer um processo através de um de seus ex-funcionários, que alega ter sido descriminado dentro da empresa.

Emma Majo, analista de segurança de TI processou a Sony Interactive Entertainment (SIE) na última segunda-feira (22) alegando ter sofrido discriminação de gênero enquanto funcionária da empresa. Ademais, a ex-funcionária diz ter sido demitida injustamente depois de falar sobre seu desconforto com a situação dentro da companhia.

Segundo divulgado pelo site Axios, o processo, que foi aberto na Califórnia e está público, é de Emma Majo. Além de falar no tribunal sobre a própria causa, ela está tentando encorajar outras mulheres, que segundo ela passaram pelo mesmo problema dentro da Sony a abrirem uma ação coletiva contra a dona do PlayStation.

Conforme citado em juízo no documento, Majo alega que sofreu violações na Lei de Igualdade Salarial dos Estados Unidos. Ela conta também que chegou a ser ignorada por um gerente que só respondia a funcionários homens, que não recebeu promoções e que sua demissão aconteceu depois de ela ter falado que estava sofrendo preconceito no ambiente de trabalho, por exemplo.

Consta oficialmente no processo a seguinte acusação:

O tratamento diferencial entre funcionários homens e mulheres ocorre como um padrão na Sony. A Sony discrimina funcionárias mulheres, incluindo aquelas que se identificam como mulheres, em remuneração e promoção, e as submete a uma cultura de trabalho predominantemente masculina

Também é pontuado que:

que, apesar de dizer que 41% dos donos de PlayStation são mulheres, um estudo de 2020 mostrou que o Comitê Executivo da marca é composto 100% de homens.

A Sony ainda não se pronunciou oficialmente sobre o processo.

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